sábado, 8 de março de 2008

The Mystic's Dream (Loreena McKennitt)

sonhem...



A clouded dream on an earthly night
Hangs upon the crescent moon
A voiceless song in an ageless light
Sings at the coming dawn
Birds in flight are calling there
Where the heart moves the stones
It's there that my heart is calling
All for the love of you

A painting hangs on an ivy wall
Nestled in the emerald moss
The eyes declare a truce of trust
And then it draws me far away
Where deep in the desert twilight
Sand melts in pools of the sky
When darkness lays her crimson cloak
Your lamps will call me home

And so it's there my homage's due
Clutched by the still of the night
And now I feel you move
Every breath is full
So it's there my homage's due
Clutched by the still of the night
Even the distance feels so near
All for the love of you.

dia internacional da mulher

será mesmo preciso uma data no calendário?
é uma homenagem ou é, ainda, a necessidade de reivindicar igualdade?
paridade, igualdade de oportunidades...quem sabe, utopia!
mas há diferenças que vale a pena preservar...

sexta-feira, 7 de março de 2008


Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te...(Pitágoras)

heima

enquanto houver alguma coisa capaz de nos suspender no tempo...enquanto bastar fechar os olhos para regressar a casa...enquanto houver musicas assim...




heima ou... em casa
Sigur Ros

doce inocência

estranha sensação a de estar presente e conseguir sentir que não fazemos parte...
estranhas conversas, vazias de sentido, mas que parecem preencher quase todos...
estranha capacidade de abstracção que nos impede de ouvir essas estranhas conversas!
estranhas pessoas que conseguem ter tempo para gastar nessas futilidades
estranha forma de dar sentido a vidinhas sem interesse
estranha sensasão de desconforto permanente
estranhas pessoas que, cada vez mais, tenho dificuldade em tolerar
estranho o discurso mas é só um desabafo
estranho mas, no fim, é um prazer estar à margem...

doce inocência...
cada vez mais doce a consciência de ser inocente

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Algum Dia (Hás-de Morrer Assim)(Fado dos Sentidos)

Trazes pressa no olhar
Trazes rugas junto à lua
Promessas de não faltar
Naquela esquina da rua

És um homem perseguido
Pelo medo que te apavora
Hora a hora mais sentido
No amor que te devora

Aprendi a amar-te assim
És meu fado hoje e sempre
Querido à beira do fim
Quase a tempo atentamente

E damos voltas no chão
Até que a luz fica fria
De não em sim, de sim em não
Hás-de ser meu algum dia


letra de Jorge Palma ; música de Prof. Fontes Rocha

ainda há estrelas no teu olhar

Possas tu sempre ser
Um Homem Novo, sem preconceitos,
Possas saber amar,
Ver no espelho os teus próprios defeitos.

Possas tu ter os ombros fortes
Para aguentar o peso da liberdade
E o coração de leão
Para não teres medo de encarar a verdade.

Deixa-as viver, meu irmão...
Fá-las brilhar, meu irmão...
Ainda há estrelas no teu olhar.


jorge palma